Da confirmação de segunda-feira ao NPS do trimestre: exemplos de como conversar, comparar e visualizar os dados da sua operação.
Na matéria anterior, mostramos uma mudança simples: em vez de abrir o painel e procurar uma informação, você faz uma pergunta e recebe a resposta.
Mas a conversa não precisa terminar em um número. O assistente também pode organizar as informações, comparar períodos e apresentar gráficos que ajudam a entender tendências, diferenças e pontos de atenção.
A Wellon disponibiliza mais de 20 recursos de consulta, conectados aos módulos de envios, campanhas, agendamentos, atendimento automático, pesquisas de satisfação e NPS pelo Opine, templates de WhatsApp e faturamento.
Veja algumas perguntas que podem ser feitas.
1. “A confirmação de segunda-feira rodou?”
Essa dúvida aparece principalmente às quintas e sextas-feiras, quando muitas clínicas antecipam a confirmação dos atendimentos de segunda. A preocupação aumenta quando existe um feriado no intervalo.
A resposta pode mostrar a última execução, o número de mensagens enviadas, as falhas e a programação da campanha. Também é possível comparar a execução atual com semanas anteriores ou visualizar em um gráfico o volume de mensagens enviadas ao longo do tempo.
Assim, você não apenas confirma se a campanha rodou, mas entende se o comportamento está dentro do esperado.
2. “Quais campanhas estão ativas?”
O assistente pode listar as campanhas ativas, informar quando cada uma foi executada pela última vez e apontar aquelas que estão há mais tempo sem rodar.
Também pode organizar os resultados em uma comparação, mostrando quais campanhas enviam mais mensagens, quais apresentam mais falhas e como o desempenho mudou entre dois períodos.
Uma pergunta simples pode revelar campanhas esquecidas, configurações que precisam de atenção ou mudanças importantes no volume de comunicação.
3. “Quantas pessoas faltaram no último trimestre?”
Além da taxa geral de faltas, a resposta pode detalhar onde elas se concentram: convênio, tipo de exame, dia da semana, horário ou antecedência do agendamento.
Essas informações podem ser apresentadas em gráficos e comparativos. Você pode, por exemplo, comparar a taxa de falta dos últimos três meses, visualizar os horários com maior ausência ou descobrir se pacientes agendados com mais antecedência faltam mais.
O número responde quanto. O gráfico ajuda a entender onde e por quê.
4. “O atendimento automático está realmente ajudando?”
A resposta pode mostrar quantas conversas foram conduzidas sem intervenção humana, quantas chegaram à equipe e quanto tempo levou até a resolução.
Também é possível comparar o desempenho entre períodos, canais ou fluxos de atendimento e visualizar a evolução da participação da automação.
Isso permite avaliar se o atendimento automático está reduzindo o esforço operacional ou apenas acrescentando uma etapa antes do atendimento humano.
5. “Como meu NPS evoluiu no último trimestre?”
O assistente pode apresentar a nota atual, o volume de respostas e a distribuição entre promotores, neutros e detratores.
Quando solicitado, também compara o resultado com outros meses e gera um gráfico de evolução. Dessa forma, uma variação pontual não é interpretada isoladamente.
Uma queda de três pontos pode ter significados diferentes quando faz parte de uma tendência contínua ou quando ocorre em um mês com poucas respostas.
6. “Quanto a automação economizou?”
A resposta pode trazer uma estimativa de horas e custos poupados, além do volume de conversas absorvidas pelo atendimento automático.
Você também pode pedir uma comparação entre meses ou visualizar a evolução da economia em um gráfico. Isso facilita a apresentação do resultado em reuniões de gestão e ajuda a acompanhar o retorno da automação ao longo do tempo.
7. “Tenho alguma fatura em aberto?”
Nesse caso, o assistente informa a situação da cobrança, a data de vencimento e apresenta o link direto para a fatura.
O valor permanece disponível na fonte oficial, garantindo que a informação consultada esteja sempre atualizada.
Da resposta ao entendimento
Os exemplos acima representam apenas parte do que pode ser consultado.
O conector da Wellon extrai informações dos módulos de envios, campanhas, agendamentos, atendimento automático, pesquisa de satisfação, CRM, faturamento e outros. A partir desses dados, o assistente pode responder perguntas, criar comparativos, resumir períodos e gerar gráficos.
Você pode pedir, por exemplo:
“Compare as faltas deste trimestre com o anterior.”
“Mostre em um gráfico a evolução do meu NPS nos últimos seis meses.”
“Quais campanhas tiveram mais falhas neste mês?”
“Compare o volume atendido pelo robô e pela equipe.”
Não é necessário conhecer o nome técnico de cada indicador. Perguntas como “quantas pessoas faltaram?”, “qual foi minha taxa de no-show?” ou “muita gente está furando consulta?” podem levar à mesma análise.
Segurança e controle de acesso
A conexão é realizada por meio da autenticação do usuário na Wellon. As informações disponíveis consideram o perfil de acesso e os privilégios associados à pessoa conectada.
Cada usuário só consegue consultar aquilo que já está autorizado a visualizar na plataforma. A conversa não amplia permissões, não permite acessar outras contas e não cria atalhos para informações restritas.
Dados individuais de pacientes também permanecem protegidos. Telefones aparecem parcialmente ocultos, conteúdos de mensagens não são apresentados e os indicadores são exibidos de forma agregada.
Como ter acesso
A conexão é feita com o login da Wellon no assistente utilizado pelo cliente. Depois disso, as informações da operação podem ser consultadas por conversa, apresentadas em resumos, comparativos ou gráficos.
Estamos liberando o acesso para um grupo selecionado de clientes, acompanhando de perto quais perguntas e análises fazem mais diferença na rotina de gestão.
Se você gostaria de consultar, comparar e visualizar os dados da sua operação dessa forma, fale com o seu contato na Wellon e peça para fazer parte desse grupo.
Na próxima matéria, vamos explicar com mais profundidade a tecnologia que torna essa conexão possível, incluindo agentes autônomos, MCP e outros conceitos por trás dessa nova forma de acessar sistemas e informações.

